
Foto Real de 29 de junho de 2026
Se você ainda duvida que o futebol é capaz de fazer milagres, talvez seja a hora de rever seus conceitos. E não estamos falando de virada aos 49 minutos do segundo tempo — embora ela também tenha acontecido.
Nesta segunda-feira (29), durante a partida entre Brasil e Japão pela Copa do Mundo de 2026, a UPA de Jales foi palco, mais uma vez, do já conhecido "Milagre da Esvaziação". Sim, basta a Seleção entrar em campo que parece acontecer um fenômeno difícil de explicar até pela medicina.
Na primeira imagem, registrada durante a transmissão do jogo, a sala de espera aparece vazia. Sem pacientes para atendimento, enquanto a maioria, ao que tudo indica, preferiu deixar a pressão alta para depois e acompanhar a Seleção em busca da classificação.
Confesso que já escrevi certa vez que "quando o Brasil joga, até os males espanta". Depois pensei que talvez a frase correta fosse "quem canta seus males espanta". Mas, pelo visto, durante a Copa vale mesmo é: quem torce esquece até da dor.
Agora, o verdadeiro milagre acontece logo após o apito final. Bastou Gabriel Martinelli marcar o gol da classificação nos acréscimos e o árbitro encerrar a partida para a realidade voltar. Como mostra a segunda imagem, a sala de espera rapidamente ganhou novos pacientes.
E, convenhamos, também não dá para culpar o brasileiro. Depois de assistir a um jogo daqueles, com empate, tensão até o último lance e um gol salvador nos acréscimos, haja coração. Pressão arterial sobe, ansiedade dispara, palpitação aparece... aí não tem jeito: o caminho acaba sendo mesmo a UPA.
É claro que tudo isso não passa de uma observação bem-humorada. As pessoas procuram atendimento quando realmente precisam, e emergências acontecem em qualquer horário. Mas uma coisa ninguém pode negar: quando a Seleção Brasileira entra em campo, parece que até as doenças resolvem pedir um tempo técnico.
Se isso é coincidência ou mais um dos mistérios do futebol, fica para a ciência explicar. Enquanto isso, o brasileiro segue fazendo o que sabe de melhor: torcer, sofrer, comemorar... e, se precisar, procurar a UPA depois do jogo.
Fonte: avozdascidades
