Idosa morre após se afogar na prainha em Santa Albertina (SP) — Foto: Arquivo pessoal
Uma mulher de 58 anos morreu após se afogar na prainha na tarde de domi...
Foto: Reprodução/TV TEM
Com a ajuda do filho e do atual companheiro, uma mulher matou o ex-namorado, de 37 anos, na noite desta segunda-feira (31), em Santa ...
Com a ajuda do filho e do atual companheiro, uma mulher matou o ex-namorado, de 37 anos, na noite desta segunda-feira (31), em Santa Fé do Sul (SP). Segundo o site G1, eles utilizaram uma chave de roda e um macaco hidráulico para cometer o crime.
De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência de lesão corporal no bairro Vila União. Vizinhos relataram aos policiais que houve uma briga na residência e que, em seguida, os envolvidos fugiram para uma área de mata próxima ao Parque Águas Claras. No local, os agentes encontraram o trio.
Ao serem questionados, os suspeitos confessaram o assassinato. A mulher afirmou à polícia que matou a vítima utilizando uma chave de roda, um macaco automotivo, além de chutes e pancadas, e indicou onde o corpo estava escondido.
Ela também declarou que teve um relacionamento com o homem entre outubro e novembro do ano passado. Após o término, ele teria começado a persegui-la e ameaçá-la. Em novembro, a suspeita solicitou uma medida protetiva contra o ex-namorado. Em dezembro, relatou ter sido agredida por ele e mantida em cárcere privado por uma semana em uma casa em Jales (SP).
No dia do crime, segundo seu relato, ela percebeu que o ex-namorado a observava pelo quintal da casa do vizinho e chamou o atual companheiro e o filho para irem até o local. Os homens iniciaram uma briga, e a mulher pediu ajuda para colocarem o ex-namorado no porta-malas do carro.
Dentro do veículo, ela ainda enforcou a vítima com o cinto da bermuda antes de cometerem o assassinato.
O corpo foi encontrado na área de mata com ferimentos e traumatismo craniano. O trio foi preso em flagrante e levado à delegacia. A ocorrência foi registrada como homicídio por motivo fútil, com recurso que dificultou a defesa da vítima.
Os três assassinatos ocorridos na madrugada desta segunda-feira (31), na área indígena Avaeté, foram cometidos com requintes de crueldade, sob efeitos de bebida...
Os três assassinatos ocorridos na madrugada desta segunda-feira (31), na área indígena Avaeté, foram cometidos com requintes de crueldade, sob efeitos de bebidas alcoólicas, por uma mulher de 29 anos, que foi presa horas depois dos crimes.
Os detalhes do caso que vitimou Fabiana Benites Amarilha, de 36 anos, a sua filha de apenas 1 ano, Mariana Amarilha Paula, e a idosa Líria Isnarde Batista, de 77 anos, foram repassados pelo delegado Erasmo Cubas durante entrevista coletiva.
As investigações começaram logo após as descobertas dos corpos carbonizados pela manhã sob os restos de cinzas, pedaços de madeira e lonas do barraco que foi totalmente incendiado.
Com a chegada das polícias Civil e Militar, e ainda da Perícia Técnica, testemunhas relataram ter visto uma pessoa saindo da residência instantes antes do incêndio.
Com base nos vestígios encontrados e nos elementos colhidos, foram ouvidas testemunhas que presenciaram o início do incêndio e apontaram o momento em que uma pessoa foi vista saindo da residência instantes antes do alastramento das chamas.
Durante a apuração, a Polícia Civil conseguiu identificar Oragilda Batista Fernandes, de 29 anos, com sinais evidentes de queimaduras recentes, compatíveis com momento em que o crime teria ocorrido. “As lesões foram analisadas pela perícia médico legista e reforçaram os indícios de sua participação no evento criminoso”, explicou o delegado do SIG, Erasmo Cubas.
Acusada foi levada para a Depac (Foto: Marcos Morandi, Midiamax)
Horas depois o documento foi retirado do site do MDHC. “Não foi identificado qualquer elemento da participação de qualquer outro envolvido no crime, nem qualquer motivação sobre direitos indígenas, bem como a suspeita se trata de uma mulher indígena”, ressalta Cubas.
A acusada foi conduzida pelos agentes do SIG até a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário), onde será novamente ouvida em audiência de custódia e possível decretação da prisão preventiva pela Justiça.
VERGONHA INSTITUCIONAL EM SANTA FÉ DO SUL: VEREADORES E SECRETÁRIO DEFENDEM BLOGUEIRO CONDENADO POR CRIMES GRAVES
Santa Fé do Sul vive um dos momentos mais c...
VERGONHA INSTITUCIONAL EM SANTA FÉ DO SUL: VEREADORES E SECRETÁRIO DEFENDEM BLOGUEIRO CONDENADO POR CRIMES GRAVES
Santa Fé do Sul vive um dos momentos mais constrangedores de sua recente história política. Três vereadores da cidade — Maicon Apolinário da Silva (Maicon da Santa Casa), Ronaldo Eugênio de Lima (Ronaldo Lima) e agora também Samuel da Silva Soares (conhecido como Samuka da Limpeza) — protagonizaram uma atitude que beira o inacreditável — e, para muitos, o inaceitável.
Todos eles assinaram declarações direcionadas à Justiça Estadual pedindo a conversão de uma eventual prisão do blogueiro Flávio Henrique Sanches (Vulgo, Sebastião Geraldo) em prisão domiciliar. O argumento? O homem — que acumula passagens policiais de sobra — seria, segundo os parlamentares, um “pai de família dedicado” e um “profissional de imprensa íntegro e respeitado”.
Como se não bastasse o constrangimento público causado pelo envolvimento de três representantes do Legislativo municipal em defesa de alguém com extenso histórico criminal, o caso se agrava ainda mais: o atual Secretário de Planejamento de Santa Fé do Sul, Leandro Mesquita Magoga, também endossou a narrativa, reafirmando a idoneidade do blogueiro, segundo Edson Ferreira, Jornalista.
A notícia foi revelada pelo jornalista Edson Ferreira, e rapidamente gerou repercussão entre os moradores e setores da imprensa regional.
No entanto, a realidade desmonta a versão apresentada nas declarações.
O blogueiro — que teve seu nome preservado por questões legais — foi condenado recentemente por furto qualificado no município de Vitória Brasil, com pena estipulada em regime semiaberto, a ser cumprido no presídio de Araçatuba. E esse não é um caso isolado: ele possui mais de 350 páginas de registros na polícia e na Justiça, incluindo acusações por estelionato, assalto à mão armada, maus-tratos à família, entre outros crimes de natureza grave.
Diante disso, a pergunta que ecoa nas ruas da cidade é: É papel de vereadores e secretários municipais defenderem reincidentes condenados por crimes graves contra a sociedade?
Que tipo de exemplo essa ação passa à população honesta e trabalhadora de Santa Fé do Sul?
A atitude dos vereadores foi classificada por parte da imprensa como “vergonhosa” — e com razão. Em tempos em que a sociedade clama por ética, transparência e respeito às leis, o que se vê é uma perigosa inversão de valores: representantes eleitos para proteger o povo agindo como defensores informais de quem reiteradamente ataca os princípios da justiça.
A população precisa estar vigilante. A conivência institucional com o crime começa justamente quando quem deveria dar o exemplo prefere fechar os olhos diante do inaceitável.
A Justiça já fez sua parte. Resta saber: até onde irá a complacência política com o que fere os princípios básicos da moralidade pública?
Com a finalidade de conscientizaros munícipes sobre a importância da destinação fiscal de pessoas físicas, o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Ado...
Com a finalidade de conscientizaros munícipes sobre a importância da destinação fiscal de pessoas físicas, o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e o Conselho Municipal do Idoso da Estância Turística de Santa Fé do Sul realizam a Campanha “Leão do Bem”. A iniciativa tem como objetivo incentivar a população sobre a destinação de parte do Imposto de Renda para projetos sociais locais que atendem crianças, adolescentes e idosos.
Por meio das campanhas, pessoas físicas e jurídicas podem destinar, respectivamente, até 6% e 1% do imposto de renda devido aos fundos municipais da infância e adolescência e do idoso, geridos pelos Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e do Conselho Municipal do Idoso.
A destinação dos recursos é feita na própria declaração de forma muito simples e o contribuinte não paga nada além do valor que já pagaria à Receita Federal. Isso porque a operação corresponde a uma troca de parte do Imposto de Renda a pagar pelo mesmo valor a ser recolhido ao Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. Essa regra também se aplica em caso de restituição do imposto, que é aumentada em valor igual ao do valor recolhido ao Fundo Municipal. Em 2025, o prazo para a Declaração do Imposto de Renda termina em 30 de maio.
A secretária da Assistência Social, Silvia Almeida, ressaltou a importância da contribuição. “As campanhas buscam incentivar e orientar o contribuinte a fazer uma doação no ato da declaração do imposto de renda. Desta forma, eles contribuem para viabilizar a realização de projetos educacionais, esportivos, culturais e assistenciais que ajudarão a melhorar a qualidade de vida e oferecer novas perspectivas de vida para crianças e adolescentes”, destacou.
Incêndio de grandes proporções atinge galpão no bairro da Estação, em Votuporanga.
Um incêndio de grandes proporções foi registrado na madrugada desta terça-...
Incêndio de grandes proporções atinge galpão no bairro da Estação, em Votuporanga.
Um incêndio de grandes proporções foi registrado na madrugada desta terça-feira (14) em um galpão localizado na Avenida Prestes Maia, no bairro da Estação, em Votuporanga. O local fica próximo ao circuito de autoescola. Equipes do Corpo de Bombeiros e de resgate estão no local para conter as chamas e evitar que o fogo se espalhe para áreas vizinhas. Ainda não há informações confirmadas sobre possíveis vítimas ou as causas do incidente. Há indícios de que o galpão seja de uma fábrica de sofás, mas a informação ainda não foi oficialmente confirmada.
Os primeiros a perceberem o incêndio foram os guardas noturnos do bairro, que acionaram imediatamente o Corpo de Bombeiros e alertaram os vizinhos, pedindo para que deixassem as residências próximas por medida de segurança. As altas chamas e o calor intenso chamaram a atenção de moradores e motoristas que passavam pela região. Por segurança, a área foi isolada pelas autoridades.
A história do vinho paulista se mistura com a de famílias de imigrantes portugueses e italianos em São Roque e Jundiaí (SP), mas começa três séculos antes. São Paulo foi o primeiro do país a plantar uva para vinho. Em 1532, Martim Afonso de Sousa trouxe algumas variedades de Portugal, mas o primeiro a plantar uva foi Brás Cubas, onde hoje é a cidade de Santos.
O clima úmido do litoral atrapalhou o vinhedo e os pés não vingaram, o que o fez subir a Serra do Mar. No atual bairro do Tatuapé, na capital, foi feito o primeiro vinho brasileiro.
Brás Cubas foi o primeiro a plantar uva para vinho no Brasil — Foto: Reprodução/TV TEM
Os imigrantes que já ocupavam as terras do interior copiaram a ideia e, assim, São Roque e Jundiaí começaram a plantar uva e produzir vinho. Juntas, as duas cidades concentram o maior e mais tradicional polo de vinícolas do Estado.
Ferrovia Sorocabana fez de São Roque um destino turístico para os apreciadores do vinho — Foto: Reprodução/TV TEM
“Com a criação da Estrada de Ferro Sorocabana, em 1875, São Roque vira cidade turística, com a chegada de pessoas que vinham do litoral e da capital em busca de vinho e frutas de clima temperado. São Roque sempre teve na sua história a questão da produção do vinho, primeiro para consumo, e depois, como diziam os antigos, para vender aos ‘patrícios’ da capital e da baixada”, lembra Leodir Ribeiro, presidente do Roteiro do Vinho de São Roque.
Leodir Ribeiro, presidente do Roteiro do Vinho de São Roque — Foto: Reprodução/TV TEM
Os vinhedos ocupam mais de 50 hectares em São Roque e na cidade são produzidos 16 milhões de litros da bebida por ano. Pelo Roteiro do Vinho, com restaurantes, pousadas e as vinícolas, passam por mês 100 mil turistas. Um quarto dentro de um tonel é uma das atrações.
Quarto dentro de um tonel é atração no Roteiro do Vinho de São Roque — Foto: Reprodução/TV TEM
Em Jundiaí, o turista também encontra vinho em várias rotas espalhadas pela zona rural. As vinícolas e uma grande empresa de bebidas envasam, por ano, 10,3 milhões de litros de vinho.
🍇❤️ Coisa de família
Dos vinhos tradicionais de mesa, que fazem sucesso há décadas, às mais inovadoras técnicas de produção no campo e na indústria, São Paulo produz vinho de primeira qualidade, que compete de igual para igual com a bebida feita em outras regiões do Brasil e fora dele, como Chile, Argentina e Uruguai.
Pedro Maziero aprendeu a fazer vinho com o pai em Jundiaí — Foto: Reprodução/TV TEM
Pedro Maziero começou a aprender o ofício com o pai em Jundiaí quando tinha 13 anos. Inicialmente, o vinho era só para consumo próprio.
“Na época amassávamos a uva com os pés, não tinha máquina. Depois, peguei o gosto disso, fazíamos um pouquinho de vinho, mas não vendíamos, dávamos de presente para um e outro. Chegou um momento em que as próprias pessoas de fora nos falaram para vender, para comprar pelo menos um chinelo, porque eu andava descalço. Fazíamos um pouco mais e vendíamos. Comecei fazendo 120 litros com meu pai, dois a três garrafões, e daí foi em diante”, recorda-se.
Hélio Góes, dono de vinícola em São Roque — Foto: Reprodução/TV TEM
Em São Roque, uma família de imigrantes portugueses, os Góes, iniciaram um negócio que seria o seu sustento para o resto da vida. Assim nasceu uma das vinícolas mais antigas do país. Em 1910, a família começou a plantar uva e a elaborar os primeiros vinhos artesanais. Mas foi só em 1932 que vendeu o primeiro barril.
“Era um vinho carregado, forte. Puro mesmo. Não que o de hoje não seja puro, mas era de uma uva muito boa e madura na época”, relembra Hélio Góes.
🎉🎊Festas comemoravam a produção
Os livros de história não deixam claro se foi em São Roque ou Jundiaí a primeira grande festa do vinho e da uva. O fato é que as cidades são as pioneiras no País. Há relatos que a primeira festa da uva em Jundiaí foi em 1934, e em São Roque, a primeira festa do vinho deu-se em 1942.
A produção anual das vinícolas era comemorada com milhares de pessoas que chegavam a São Roque vindo de todos os cantos do país. As barracas e as lojas ficavam lotadas de turistas, moradores da cidade e da região, e até autoridades.
Festas do vinho levavam multidão a São Roque — Foto: Reprodução/Arquivo pessoal
Por mais de 70 anos, São Roque sediou um dos maiores eventos do estado, divulgando o vinho, a cidade, o turismo e a tradição de dezenas de famílias. Mas a Festa do Vinho cresceu tanto que começou a preocupar os organizadores na década de 80. A cidade não suportava mais a multidão de pessoas, e a falta de estrutura levou a festa ao fim.
🎥🍷 Vinhos SP
Reportagem e apresentação: Thiago Ariosi
Produção: Carla de Campos
Imagens: Fernando Bellon e Witter Veloso
Edição de mídia audiovisual e finalização: Sergio Camargo
Segundo testemunhas, o motociclista seguia em alta velocidade quando colidiu contra a viatura descaracterizada
Um motociclista, não identificado, foi ba...
Segundo testemunhas, o motociclista seguia em alta velocidade quando colidiu contra a viatura descaracterizada
Um motociclista, não identificado, foi baleado na perna na tarde desta segunda-feira (24) após se envolver em um acidente de trânsito, seguido de discussão com um policial civil no bairro Aero Rancho, em Campo Grande.
O acidente de trânsito aconteceu no cruzamento das ruas Ricky Nelson com a Rua Maria das Dores Soares, quando o motociclista e o policial seguiam no mesmo sentido da via, mas, por causas desconhecidas, o motociclista acabou colidindo contra a viatura descaracterizada.
Diante da colisão, as testemunhas contam que o policial teria se identificado e tentado realizar uma abordagem no motociclista, visto que, ele transitava em alta velocidade. Devido à recusa da abordagem, ambos entraram em uma espécie de discussão, conforme mostra o vídeo registrado por moradores.
No vídeo, ainda, é possível ver o momento no qual o motociclista desfere um golpe de capacete que atinge o braço do policial. Ainda, por várias vezes, ele tenta erguer a motociclista que estava caído. Na sequência, as imagens mostram o homem batendo com o capacete na janela da viatura, quando o policial realiza um disparo, que atinge a perna do homem.
Segundo testemunhas, o próprio policial acionou o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e, junto aos moradores, prestou os primeiros socorros. Eles fizeram uma espécie de torniquete para conter o sangue.
O Jornal Midiamax procurou a Polícia Civil e o espaço segue aberto para posicionamento.
O vice-prefeito de São José do Rio Preto (SP), Fábio Marcondes (PL), é investigado por injúria racial, suspeito de xingar um segurança do Palmeiras&nb...
Em vídeo gravado pela TV TEM, Marcondes aparece xingando o funcionário de “lixo”. Na sequência, quando o vice-prefeito está de costas para a câmera, é possível ouvir um grito de “macaco velho”. Imediatamente, um dos seguranças diz “racismo, não”.
Vice-prefeito de Rio Preto, Fábio Marcondes (PL), é investigado por injúria racial após xingar segurança do Palmeiras — Foto: Reprodução/TV Globo
Anderson Barros, diretor de futebol do Palmeiras, também aparece na gravação dizendo: “Está todo mundo de testemunha que foi o vice-prefeito. Vocês vão ter que mostrar e vai ser todo mundo testemunha. Se ele chamou o cara de macaco, ele vai ser denunciado.”
Segurança do Palmeiras registrou um boletim de ocorrência contra o vice-prefeito de Rio Preto (SP) na delegacia de Mirassol (SP) — Foto: Reprodução/TV Globo
O segurança do Palmeiras registrou um boletim de ocorrência na delegacia de Mirassol. Em depoimento, ele disse que estava na área do estacionamento onde estavam os ônibus da equipe, quando pediu que o filho do Marcondes se retirasse do local.
Conforme o segurança disse à polícia, o vice-prefeito questionou o funcionário, que rebateu dizendo que estava cumprindo a função. Diante disso, segundo ele, Marcondes começou os xingamentos. O vice-prefeito deixou o estádio em seguida.
Vice-prefeito de Rio Preto é investigado por injúria racial após xingar segurança
Repúdio
Em nota, a diretoria do Palmeiras informou que não tolera qualquer forma de discriminação e tomará as providências cabíveis. Também em nota, o Mirassol manifestou repúdio ao crime.
“A intolerância e o preconceito não têm lugar em nossa sociedade, e é inaceitável que atos dessa natureza possam ocorrer. Defendemos que as denúncias sejam apuradas e, caso comprovado qualquer ato de racismo ou injúria racial, que seja punido com os rigores da lei.”
“Preconceito de raça ou de cor”
O boletim de ocorrência foi registrado como “Preconceitos de Raça ou de Cor – Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro, em razão de raça, cor, etnia ou procedência nacional”.
🔎 O crime de injúria racial é previsto na lei e acontece quando alguém ofende outra pessoa “em razão de raça, cor, etnia ou procedência nacional”. A pena é de 2 a 5 anos de prisão.
Os vereadores rejeitaram moção de repúdio contra vice-prefeito de Rio Preto, Fábio Marcondes (PL), acusado de injúria racial ao xingar segurança do Palmeiras ap...
Os vereadores rejeitaram moção de repúdio contra vice-prefeito de Rio Preto, Fábio Marcondes (PL), acusado de injúria racial ao xingar segurança do Palmeiras após o jogo contra o Mirassol, no domingo (23). Ele é investigado por injúria racial.
A sessão ordinária desta terça-feira (25) teve a presença de manifestantes que lotaram a galeria da Casa de Leis. Com faixas, entoaram gritos de “racistas não passarão” e “fora Marcondes”. Também houve bate-boca com vereadores que tentaram amenizar a acusação contra Fábio Marcondes.
Câmara Municipal de São José do Rio Preto (SP) — Foto: TV TEM / Marina Lacerda
Nesse clima, a moção de repúdio, apresentada pelo vereador João Paulo Rillo (PSOL) foi votada nominalmente. Foram 15 parlamentares contrários, três favoráveis e três estavam ausentes.
Veja votação dos vereadores:
Favorável à moção
João Paulo Rillo (Psol);
Pedro Roberto Gomes (Republicanos);
Renato Pupo (Avante).
Ausentes
Anderson Branco (Novo);
Abner Tofanelli (PSB);
Jean Dornelas (MDB).
Não votaram
Bruno Marinho (PRD) – estava online;
Luciano de Oliveira Julião (PL), por ser o presidente da Câmara.
Momentos antes da votação, a presidente do Conselho afro, Claudionora Elis Tobias, usou a tribuna e pediu um posicionamento dos vereadores sobre o caso envolvendo Fábio Marcondes. Além disso, ela comentou sobre quais ações a entidade espera que sejam tomadas pelas autoridades.
“O conselho entende que a responsabilidade é o começo de tudo. O caráter educativo precisa existir. Eu acredito que nós esperávamos, no mínimo, um pedido de desculpas. É claro que isso não é suficiente para a gente poder tratar um crime. O crime se trata com o devido processo legal”, comenta Claudionora.
Nos bastidores, o secretário de Governo, Dinho Alahmar, afirmou que o caso foi um “fato isolado”.
“Ele é um agente público, mas estava em momento de lazer, fora da área de trabalho dele. É um caso pessoal dele”, pontuou Dinho.
Câmara Municipal de São José do Rio Preto (SP) — Foto: TV TEM / Marina Lacerda
Para fornecer as melhores experiências, usamos tecnologias como cookies para armazenar e/ou acessar informações do dispositivo. O consentimento para essas tecnologias nos permitirá processar dados como comportamento de navegação ou IDs exclusivos neste site. Não consentir ou retirar o consentimento pode afetar negativamente certos recursos e funções.
Funcional
Sempre ativo
O armazenamento ou acesso técnico é estritamente necessário para a finalidade legítima de permitir a utilização de um serviço específico explicitamente solicitado pelo assinante ou utilizador, ou com a finalidade exclusiva de efetuar a transmissão de uma comunicação através de uma rede de comunicações eletrónicas.
Preferências
O armazenamento ou acesso técnico é necessário para o propósito legítimo de armazenar preferências que não são solicitadas pelo assinante ou usuário.
Estatísticas
O armazenamento ou acesso técnico que é usado exclusivamente para fins estatísticos.O armazenamento técnico ou acesso que é usado exclusivamente para fins estatísticos anônimos. Sem uma intimação, conformidade voluntária por parte de seu provedor de serviços de Internet ou registros adicionais de terceiros, as informações armazenadas ou recuperadas apenas para esse fim geralmente não podem ser usadas para identificá-lo.
Marketing
O armazenamento ou acesso técnico é necessário para criar perfis de usuário para enviar publicidade ou para rastrear o usuário em um site ou em vários sites para fins de marketing semelhantes.