Jales (SP) – O site A Voz das Cidades conversou com o senhor Valdemar Ferreira Porto, de 65 anos, morador do bairro Nova Jales, que está vivendo dias difíceis após ter seu carro furtado por um criminoso que acabou capotando o veículo durante a fuga. O automóvel teve perda total e, sem seguro, Valdemar decidiu recorrer à solidariedade da população e criou uma vaquinha virtual com o objetivo de tentar comprar um novo carro.
De acordo com Valdemar, que é vigia da Prefeitura de Jales, o furto aconteceu na madrugada do dia 27 de março de 2025. O ladrão, natural da cidade de Paranapuã, furtou o veículo e seguiu em direção ao seu município de origem. Durante o trajeto, o criminoso perdeu o controle da direção e capotou o carro.
Valdemar parou o véiculo e deixou a chave no contato, quando o marginal se aproveitou da oportunida, com o benefício da saídinha que ele não voltou, furtou o veículo
Apesar do acidente, o marginal sofreu apenas um corte no cotovelo, foi socorrido pela equipe da UPA de Jales e em seguida preso pela Polícia Militar. O carro, no entanto, ficou totalmente destruído.
“Perdi meu carro!”, lamenta Valdemar. “Esse veículo era essencial para mim. Usava tanto para o trabalho quanto para levar minha esposa no trabalho. Agora estou completamente desorientado.”
Sem ter como arcar com a compra de um novo veículo, Valdemar resolveu pedir ajuda:
“Olá, sou o Valdemar (baixinho), criei essa vaquinha pois nesta data de 27/03/2025 tive o meu veículo furtado aqui em Jales/SP. Na fuga o ladrão perdeu o controle e capotou o veículo, vindo a dar perca total. Estou desorientado, pois meu carro não possuía seguro e era muito utilizado para o trabalho e levar minha filha na escola.
Colabore com aquilo que Deus tocar seu coração. Caso queira ver as fotos do veículo, pode me chamar no ZAP: (17) 98144-6155.
Deus te abençoe grandemente!”
A vaquinha está ativa e qualquer quantia pode fazer a diferença na vida de Valdemar, que há anos presta serviços à comunidade jalesense como servidor público.
Sindicato Rural de Santa Fé do Sul oferece curso gratuito de operação e manutenção de tratores agrícolas em parceria com a Secretaria de Agricultura, Abastecime...
Sindicato Rural de Santa Fé do Sul oferece curso gratuito de operação e manutenção de tratores agrícolas em parceria com a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente
O Sindicato Rural de Santa Fé do Sul, em parceria com a Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente, está oferecendo um curso gratuito de Operação e Manutenção de Tratores Agrícolas. A capacitação acontece entre os dias 31 de março e 04 de abril de 2025, das 08h às 17h, na sede do sindicato, localizada na Rua 15, 620 – Centro, Santa Fé do Sul/SP.
Com vagas limitadas, o curso é voltado para trabalhadores rurais, estudantes e demais interessados na área. Além de ser uma oportunidade de aperfeiçoamento profissional, a capacitação oferece um certificado de conclusão, que pode ser um diferencial no mercado de trabalho.
Conteúdo do curso O curso tem uma duração de 40 horas e abrange os seguintes módulos: – Introdução aos tratores agrícolas – Tipos, características e aplicações. – Segurança na operação – Normas de segurança e prevenção de acidentes. – Técnicas de direção e manobra – Prática de condução e uso adequado dos equipamentos. – Manutenção preventiva e corretiva – Cuidados com motor, sistema hidráulico e transmissão. – Economia e eficiência – Dicas para otimizar o consumo de combustível e prolongar a vida útil do trator.
Mercado de trabalho O setor agropecuário tem grande demanda por profissionais capacitados para operar e manter tratores agrícolas. Com o avanço da mecanização, a qualificação nessa área pode abrir portas para oportunidades em propriedades rurais, cooperativas, usinas e empresas do agronegócio.
Inscrições Os interessados devem se inscrever diretamente no Sindicato Rural de Santa Fé do Sul. Como as vagas são limitadas, é recomendável garantir a inscrição com antecedência. Para mais informações, entre em contato com o Sindicato Rural de Santa Fé do Sul.
(Foto: Reprodução/Instagram)
Otávio Mesquita, conhecido por seu trabalho na televisão,, tem enfrentado momentos desafiadores em sua vida pessoal. O apresenta...
Otávio Mesquita, conhecido por seu trabalho na televisão,, tem enfrentado momentos desafiadores em sua vida pessoal. O apresentador foi alvo de acusações de estupro por uma ex-funcionária do SBT, o que o levou a se pronunciar publicamente na última quinta-feira (27).
“Não tenho idade para isso. Minha história sempre foi pautada pelo respeito”, disse o apresentar que, em outro momento, ele compartilhou experiências pessoais, revelando ter sido vítima de assalto à mão armada, o que o deixou “um pouco assustado ainda”.
O caso de estupro foi denunciado por Juliana Oliveira, ex-assistente de palco de Danilo Gentilli no programa “The Noite” no SBT. A comediante registrou uma denúncia criminal no Ministério Público de São Paulo (MP-SP) contra o apresentador Otávio Mesquita, acusando-o de estupro durante a gravação do programa The Noite, em 25 de abril de 2016. As informações foram divulgadas pela colunista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo.
As Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) pediátricas da Santa Casa de Araçatuba (SP) operam com 60% acima da capacidade até esta quinta-feira (27).
As duas UTIs têm capacidade para atender até dez pacientes, mas estão com dezesseis no momento.
Por conta disso, segundo apurado pela TV TEM, um recém-nascido que está em uma incubadora foi colocado em um quarto improvisado, onde são armazenados diversos materiais.
Em outro caso, uma criança, que deveria estar em uma ala de isolamento, foi internada junto com outros pacientes.
Na segunda-feira (24), o Ministério Público (MP) protocolou uma Ação Civil Pública pedindo que a Santa Casa e o Governo de São Paulo resolvam a questão da superlotação e das filas de espera excessivas para consultas e cirurgias.
Em nota, a Santa Casa confirmou a superlotação e informou que, nos dois casos mencionados acima, as crianças estão em ambientes higienizados, desinfectados e com todos os cuidados por parte da equipe multidisciplinar.
Questionada, a Secretaria Estadual de Saúde esclareceu por meio de nota que o Departamento Regional de Saúde (DRS) de Araçatuba analisa, junto com os municípios da região, o quadro de saúde de pacientes com condições de transferência para outros hospitais, e monitora a ocupação da Santa Casa de Araçatuba.
Incêndio de grandes proporções atinge galpão no bairro da Estação, em Votuporanga.
Um incêndio de grandes proporções foi registrado na madrugada desta terça-...
Incêndio de grandes proporções atinge galpão no bairro da Estação, em Votuporanga.
Um incêndio de grandes proporções foi registrado na madrugada desta terça-feira (14) em um galpão localizado na Avenida Prestes Maia, no bairro da Estação, em Votuporanga. O local fica próximo ao circuito de autoescola. Equipes do Corpo de Bombeiros e de resgate estão no local para conter as chamas e evitar que o fogo se espalhe para áreas vizinhas. Ainda não há informações confirmadas sobre possíveis vítimas ou as causas do incidente. Há indícios de que o galpão seja de uma fábrica de sofás, mas a informação ainda não foi oficialmente confirmada.
Os primeiros a perceberem o incêndio foram os guardas noturnos do bairro, que acionaram imediatamente o Corpo de Bombeiros e alertaram os vizinhos, pedindo para que deixassem as residências próximas por medida de segurança. As altas chamas e o calor intenso chamaram a atenção de moradores e motoristas que passavam pela região. Por segurança, a área foi isolada pelas autoridades.
A história do vinho paulista se mistura com a de famílias de imigrantes portugueses e italianos em São Roque e Jundiaí (SP), mas começa três séculos antes. São Paulo foi o primeiro do país a plantar uva para vinho. Em 1532, Martim Afonso de Sousa trouxe algumas variedades de Portugal, mas o primeiro a plantar uva foi Brás Cubas, onde hoje é a cidade de Santos.
O clima úmido do litoral atrapalhou o vinhedo e os pés não vingaram, o que o fez subir a Serra do Mar. No atual bairro do Tatuapé, na capital, foi feito o primeiro vinho brasileiro.
Brás Cubas foi o primeiro a plantar uva para vinho no Brasil — Foto: Reprodução/TV TEM
Os imigrantes que já ocupavam as terras do interior copiaram a ideia e, assim, São Roque e Jundiaí começaram a plantar uva e produzir vinho. Juntas, as duas cidades concentram o maior e mais tradicional polo de vinícolas do Estado.
Ferrovia Sorocabana fez de São Roque um destino turístico para os apreciadores do vinho — Foto: Reprodução/TV TEM
“Com a criação da Estrada de Ferro Sorocabana, em 1875, São Roque vira cidade turística, com a chegada de pessoas que vinham do litoral e da capital em busca de vinho e frutas de clima temperado. São Roque sempre teve na sua história a questão da produção do vinho, primeiro para consumo, e depois, como diziam os antigos, para vender aos ‘patrícios’ da capital e da baixada”, lembra Leodir Ribeiro, presidente do Roteiro do Vinho de São Roque.
Leodir Ribeiro, presidente do Roteiro do Vinho de São Roque — Foto: Reprodução/TV TEM
Os vinhedos ocupam mais de 50 hectares em São Roque e na cidade são produzidos 16 milhões de litros da bebida por ano. Pelo Roteiro do Vinho, com restaurantes, pousadas e as vinícolas, passam por mês 100 mil turistas. Um quarto dentro de um tonel é uma das atrações.
Quarto dentro de um tonel é atração no Roteiro do Vinho de São Roque — Foto: Reprodução/TV TEM
Em Jundiaí, o turista também encontra vinho em várias rotas espalhadas pela zona rural. As vinícolas e uma grande empresa de bebidas envasam, por ano, 10,3 milhões de litros de vinho.
🍇❤️ Coisa de família
Dos vinhos tradicionais de mesa, que fazem sucesso há décadas, às mais inovadoras técnicas de produção no campo e na indústria, São Paulo produz vinho de primeira qualidade, que compete de igual para igual com a bebida feita em outras regiões do Brasil e fora dele, como Chile, Argentina e Uruguai.
Pedro Maziero aprendeu a fazer vinho com o pai em Jundiaí — Foto: Reprodução/TV TEM
Pedro Maziero começou a aprender o ofício com o pai em Jundiaí quando tinha 13 anos. Inicialmente, o vinho era só para consumo próprio.
“Na época amassávamos a uva com os pés, não tinha máquina. Depois, peguei o gosto disso, fazíamos um pouquinho de vinho, mas não vendíamos, dávamos de presente para um e outro. Chegou um momento em que as próprias pessoas de fora nos falaram para vender, para comprar pelo menos um chinelo, porque eu andava descalço. Fazíamos um pouco mais e vendíamos. Comecei fazendo 120 litros com meu pai, dois a três garrafões, e daí foi em diante”, recorda-se.
Hélio Góes, dono de vinícola em São Roque — Foto: Reprodução/TV TEM
Em São Roque, uma família de imigrantes portugueses, os Góes, iniciaram um negócio que seria o seu sustento para o resto da vida. Assim nasceu uma das vinícolas mais antigas do país. Em 1910, a família começou a plantar uva e a elaborar os primeiros vinhos artesanais. Mas foi só em 1932 que vendeu o primeiro barril.
“Era um vinho carregado, forte. Puro mesmo. Não que o de hoje não seja puro, mas era de uma uva muito boa e madura na época”, relembra Hélio Góes.
🎉🎊Festas comemoravam a produção
Os livros de história não deixam claro se foi em São Roque ou Jundiaí a primeira grande festa do vinho e da uva. O fato é que as cidades são as pioneiras no País. Há relatos que a primeira festa da uva em Jundiaí foi em 1934, e em São Roque, a primeira festa do vinho deu-se em 1942.
A produção anual das vinícolas era comemorada com milhares de pessoas que chegavam a São Roque vindo de todos os cantos do país. As barracas e as lojas ficavam lotadas de turistas, moradores da cidade e da região, e até autoridades.
Festas do vinho levavam multidão a São Roque — Foto: Reprodução/Arquivo pessoal
Por mais de 70 anos, São Roque sediou um dos maiores eventos do estado, divulgando o vinho, a cidade, o turismo e a tradição de dezenas de famílias. Mas a Festa do Vinho cresceu tanto que começou a preocupar os organizadores na década de 80. A cidade não suportava mais a multidão de pessoas, e a falta de estrutura levou a festa ao fim.
🎥🍷 Vinhos SP
Reportagem e apresentação: Thiago Ariosi
Produção: Carla de Campos
Imagens: Fernando Bellon e Witter Veloso
Edição de mídia audiovisual e finalização: Sergio Camargo
Segundo testemunhas, o motociclista seguia em alta velocidade quando colidiu contra a viatura descaracterizada
Um motociclista, não identificado, foi ba...
Segundo testemunhas, o motociclista seguia em alta velocidade quando colidiu contra a viatura descaracterizada
Um motociclista, não identificado, foi baleado na perna na tarde desta segunda-feira (24) após se envolver em um acidente de trânsito, seguido de discussão com um policial civil no bairro Aero Rancho, em Campo Grande.
O acidente de trânsito aconteceu no cruzamento das ruas Ricky Nelson com a Rua Maria das Dores Soares, quando o motociclista e o policial seguiam no mesmo sentido da via, mas, por causas desconhecidas, o motociclista acabou colidindo contra a viatura descaracterizada.
Diante da colisão, as testemunhas contam que o policial teria se identificado e tentado realizar uma abordagem no motociclista, visto que, ele transitava em alta velocidade. Devido à recusa da abordagem, ambos entraram em uma espécie de discussão, conforme mostra o vídeo registrado por moradores.
No vídeo, ainda, é possível ver o momento no qual o motociclista desfere um golpe de capacete que atinge o braço do policial. Ainda, por várias vezes, ele tenta erguer a motociclista que estava caído. Na sequência, as imagens mostram o homem batendo com o capacete na janela da viatura, quando o policial realiza um disparo, que atinge a perna do homem.
Segundo testemunhas, o próprio policial acionou o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e, junto aos moradores, prestou os primeiros socorros. Eles fizeram uma espécie de torniquete para conter o sangue.
O Jornal Midiamax procurou a Polícia Civil e o espaço segue aberto para posicionamento.
O vice-prefeito de São José do Rio Preto (SP), Fábio Marcondes (PL), é investigado por injúria racial, suspeito de xingar um segurança do Palmeiras&nb...
Em vídeo gravado pela TV TEM, Marcondes aparece xingando o funcionário de “lixo”. Na sequência, quando o vice-prefeito está de costas para a câmera, é possível ouvir um grito de “macaco velho”. Imediatamente, um dos seguranças diz “racismo, não”.
Vice-prefeito de Rio Preto, Fábio Marcondes (PL), é investigado por injúria racial após xingar segurança do Palmeiras — Foto: Reprodução/TV Globo
Anderson Barros, diretor de futebol do Palmeiras, também aparece na gravação dizendo: “Está todo mundo de testemunha que foi o vice-prefeito. Vocês vão ter que mostrar e vai ser todo mundo testemunha. Se ele chamou o cara de macaco, ele vai ser denunciado.”
Segurança do Palmeiras registrou um boletim de ocorrência contra o vice-prefeito de Rio Preto (SP) na delegacia de Mirassol (SP) — Foto: Reprodução/TV Globo
O segurança do Palmeiras registrou um boletim de ocorrência na delegacia de Mirassol. Em depoimento, ele disse que estava na área do estacionamento onde estavam os ônibus da equipe, quando pediu que o filho do Marcondes se retirasse do local.
Conforme o segurança disse à polícia, o vice-prefeito questionou o funcionário, que rebateu dizendo que estava cumprindo a função. Diante disso, segundo ele, Marcondes começou os xingamentos. O vice-prefeito deixou o estádio em seguida.
Vice-prefeito de Rio Preto é investigado por injúria racial após xingar segurança
Repúdio
Em nota, a diretoria do Palmeiras informou que não tolera qualquer forma de discriminação e tomará as providências cabíveis. Também em nota, o Mirassol manifestou repúdio ao crime.
“A intolerância e o preconceito não têm lugar em nossa sociedade, e é inaceitável que atos dessa natureza possam ocorrer. Defendemos que as denúncias sejam apuradas e, caso comprovado qualquer ato de racismo ou injúria racial, que seja punido com os rigores da lei.”
“Preconceito de raça ou de cor”
O boletim de ocorrência foi registrado como “Preconceitos de Raça ou de Cor – Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro, em razão de raça, cor, etnia ou procedência nacional”.
🔎 O crime de injúria racial é previsto na lei e acontece quando alguém ofende outra pessoa “em razão de raça, cor, etnia ou procedência nacional”. A pena é de 2 a 5 anos de prisão.
Os vereadores rejeitaram moção de repúdio contra vice-prefeito de Rio Preto, Fábio Marcondes (PL), acusado de injúria racial ao xingar segurança do Palmeiras ap...
Os vereadores rejeitaram moção de repúdio contra vice-prefeito de Rio Preto, Fábio Marcondes (PL), acusado de injúria racial ao xingar segurança do Palmeiras após o jogo contra o Mirassol, no domingo (23). Ele é investigado por injúria racial.
A sessão ordinária desta terça-feira (25) teve a presença de manifestantes que lotaram a galeria da Casa de Leis. Com faixas, entoaram gritos de “racistas não passarão” e “fora Marcondes”. Também houve bate-boca com vereadores que tentaram amenizar a acusação contra Fábio Marcondes.
Câmara Municipal de São José do Rio Preto (SP) — Foto: TV TEM / Marina Lacerda
Nesse clima, a moção de repúdio, apresentada pelo vereador João Paulo Rillo (PSOL) foi votada nominalmente. Foram 15 parlamentares contrários, três favoráveis e três estavam ausentes.
Veja votação dos vereadores:
Favorável à moção
João Paulo Rillo (Psol);
Pedro Roberto Gomes (Republicanos);
Renato Pupo (Avante).
Ausentes
Anderson Branco (Novo);
Abner Tofanelli (PSB);
Jean Dornelas (MDB).
Não votaram
Bruno Marinho (PRD) – estava online;
Luciano de Oliveira Julião (PL), por ser o presidente da Câmara.
Momentos antes da votação, a presidente do Conselho afro, Claudionora Elis Tobias, usou a tribuna e pediu um posicionamento dos vereadores sobre o caso envolvendo Fábio Marcondes. Além disso, ela comentou sobre quais ações a entidade espera que sejam tomadas pelas autoridades.
“O conselho entende que a responsabilidade é o começo de tudo. O caráter educativo precisa existir. Eu acredito que nós esperávamos, no mínimo, um pedido de desculpas. É claro que isso não é suficiente para a gente poder tratar um crime. O crime se trata com o devido processo legal”, comenta Claudionora.
Nos bastidores, o secretário de Governo, Dinho Alahmar, afirmou que o caso foi um “fato isolado”.
“Ele é um agente público, mas estava em momento de lazer, fora da área de trabalho dele. É um caso pessoal dele”, pontuou Dinho.
Câmara Municipal de São José do Rio Preto (SP) — Foto: TV TEM / Marina Lacerda
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